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Este blog faz parte do curso semipresencial, "Melhor Gestão, Melhor Ensino" da SEE/SP, destinado a formação de formadores de Matemática do Programa Educação - Compromisso de São Paulo.



NÚMEROS!! LEITURA!! AÇÃO E AVENTURA!!



Tornar a matemática acessível às pessoas tem se revelado um dos maiores desafios que os professores têm que enfrentar para que a prática docente não esteja restrita à transmissão de conteúdos, pois dificulta o processo de aprendizagem. Assim, incorporando a prática de leitura às aulas de matemática é indispensável para que se aprenda a matemática de maneira mais efetiva e mais lúdica.

Nosso objetivo é tornar este blog um espaço de troca de experiências e aprendizagem.



Acompanhem nossos trabalhos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Grupo Five Narramaticando: Experiencia com leitura


Está sacramentado que produzir bons resolvedores de problemas é condição fundamental para atingirmos nossos objetivos quanto à matemática intra e extraescolar. Seguramente este é o caminho, porém estamos ano-luz atrás da Língua Portuguesa. Acredito que nossa ansiedade em vencer tópicos temáticos limita nosso olhar para discussões singulares de problemas que tornariam nossas aulas muito mais proveitosas. Justifico a apresentação com o número excessivo de exercícios que lotam as lousas. Fixar fatos fundamentais é fundamental, porém podemos criar sequencias didáticas envolventes como produção elaborada pelo aluno e validada em seu grupo para apresentação a todos na classe. Para dinamizar esta prática o professor não pode ficar atrás de sua mesa, ele deve ficar no controle da sala mediando e provocando a comunicação necessária para os alunos produzam saberes.
Situação que revela o quanto é pobre a comunicação entre professor e aluno, diz respeito à correção de exercícios ou problemas onde o segundo pouco apresenta contra-argumentação de sua resposta reduzindo o confronto à resposta final e uma borracha que apaga definitivamente conciliações, divergências ou novas provocações. Detalhe é que conscientização leva tempo para realizar, pois ela é precedida da autoavaliação, do olhar para a realidade do dia a dia, a avaliação, a indisciplina e acreditar que a mudança também está em fazer diferente aquilo que ele julga ser ‘bem feito’.
Infelizmente alguns professores ainda vivem mergulhados na matemática dual do certo ou errado e felizmente, como no paradoxo de Zenão, temos um batalhão de ‘Aquiles’ ávidos por mudanças. Termino parafraseando Descartes: “(...) não nos tornaremos matemáticos, mesmo que decoremos todas as demonstrações, se o nosso espírito não for capaz, por si, de resolver qualquer espécie de problema”..

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